João Jazbik Neto volta à prisão por feminicídio da esposa O cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, deixou o presídio para receber atendimento médico às vésperas da primeira audiência de instrução do processo em que é suspeito de matar a esposa, a fisioterapeuta Fabiola Marcotti, de 51 anos. Ele foi preso pela terceira vez em setembro. 🔎 A audiência de instrução e julgamento é a fase do processo em que são produzidas as provas. Nessa etapa, o juiz ouve as partes, as testemunhas e os peritos. Ao final, poderá dar a sentença na própria audiência ou em até 30 dias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) confirmou que houve atendimento médico, mas não informou qual procedimento o cardiologista seria submetido. O g1 entrou em contato com o advogado do cardiologista, José Trad, para saber o estado de saúde do médico e se ele poderá comparecer à audiência, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A audiência está marcada para esta sexta-feira (14), em Campo Grande. João Jazbik Neto, dentro da sua casa em Campo Grande, junto do advogado e policiais. Willian Guedes/ TV Morena Sobre o caso Fabiola foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de maio, na chácara onde morava com o marido, na região da Chácara dos Poderes, em Campo Grande. João acionou a polícia e afirmou que a esposa havia tirado a própria vida. Após três meses de investigação, a Polícia Civil descartou a hipótese de suicídio e concluiu que Fabiola foi vítima de feminicídio. João foi apontado pela polícia como autor do crime. À época, a defesa negou o envolvimento do médico na morte da fisioterapeuta e contestou a conclusão da investigação. A investigação levou em conta laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML), além de depoimentos de testemunhas e dados extraídos de celulares apreendidos. Segundo a polícia, as provas indicaram que Fabiola foi vítima de violência doméstica e familiar. João foi preso preventivamente em agosto, após a conclusão das perícias. A prisão foi determinada pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. O médico ficou preso por seis dias e foi solto em 20 de agosto, após a defesa apresentar um pedido de habeas corpus. Duas semanas depois, João foi preso novamente. LEIA TAMBÉM Família diz que busca justiça por Fabíola após laudo afastar hipótese de suicídio Polícia descarta suicídio e conclui que cardiologista foi autor de feminicídio Cardiologista é preso após polícia encontrar armas sem documentação em casa onde esposa foi encontrada morta Fabíola Marcotti foi encontra morta dentro de casa em maio deste ano, em Campo Grande. Redes sociais/Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul
Cardiologista preso suspeito de matar a esposa passa por procedimento médico e pode faltar à audiência
Escrito em 15/10/2026
João Jazbik Neto volta à prisão por feminicídio da esposa O cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, deixou o presídio para receber atendimento médico às vésperas da primeira audiência de instrução do processo em que é suspeito de matar a esposa, a fisioterapeuta Fabiola Marcotti, de 51 anos. Ele foi preso pela terceira vez em setembro. 🔎 A audiência de instrução e julgamento é a fase do processo em que são produzidas as provas. Nessa etapa, o juiz ouve as partes, as testemunhas e os peritos. Ao final, poderá dar a sentença na própria audiência ou em até 30 dias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) confirmou que houve atendimento médico, mas não informou qual procedimento o cardiologista seria submetido. O g1 entrou em contato com o advogado do cardiologista, José Trad, para saber o estado de saúde do médico e se ele poderá comparecer à audiência, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A audiência está marcada para esta sexta-feira (14), em Campo Grande. João Jazbik Neto, dentro da sua casa em Campo Grande, junto do advogado e policiais. Willian Guedes/ TV Morena Sobre o caso Fabiola foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de maio, na chácara onde morava com o marido, na região da Chácara dos Poderes, em Campo Grande. João acionou a polícia e afirmou que a esposa havia tirado a própria vida. Após três meses de investigação, a Polícia Civil descartou a hipótese de suicídio e concluiu que Fabiola foi vítima de feminicídio. João foi apontado pela polícia como autor do crime. À época, a defesa negou o envolvimento do médico na morte da fisioterapeuta e contestou a conclusão da investigação. A investigação levou em conta laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML), além de depoimentos de testemunhas e dados extraídos de celulares apreendidos. Segundo a polícia, as provas indicaram que Fabiola foi vítima de violência doméstica e familiar. João foi preso preventivamente em agosto, após a conclusão das perícias. A prisão foi determinada pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. O médico ficou preso por seis dias e foi solto em 20 de agosto, após a defesa apresentar um pedido de habeas corpus. Duas semanas depois, João foi preso novamente. LEIA TAMBÉM Família diz que busca justiça por Fabíola após laudo afastar hipótese de suicídio Polícia descarta suicídio e conclui que cardiologista foi autor de feminicídio Cardiologista é preso após polícia encontrar armas sem documentação em casa onde esposa foi encontrada morta Fabíola Marcotti foi encontra morta dentro de casa em maio deste ano, em Campo Grande. Redes sociais/Reprodução Veja vídeos de Mato Grosso do Sul


