Exposição “Transbordária: nenhuma de nós cabe na margem” reúne 17 obras de oito artistas amazônidas. Divulgação A exposição “Transbordária: nenhuma de nós cabe na margem” reúne 17 obras de oito artistas amazônidas na Casa Dourada, localizada na Cidade Velha, em Belém. Com curadoria de Débora Oliveira e direção criativa de Bruna Suelen, a mostra apresenta um recorte da produção contemporânea feita por mulheres da Amazônia, com trabalhos que transitam por linguagens como escultura, fotografia, bordado, cerâmica, gravura, ilustração, grafite e arte digital. A exposição, que integra a programação do Motins, reúne artistas do Pará e do Amapá, destacando diferentes trajetórias e perspectivas femininas que produzem arte a partir dos territórios amazônicos. Participam da mostra Luci Rodrigues (Macapá/AP), artista indígena e grafiteira; Maria Flor / Mulambra, artista trans multimídia; Glenda Beatriz, escultora e pintora; Awazônia, fotógrafa e multiartista trans; Li Divino, ceramista; Apotyra, ilustradora; Verônica Limma, gravurista; e Mamacita, artista visual que trabalha com desenho digital. A curadoria parte da ideia de transbordamento como gesto político e estético, reunindo mulheres periféricas, indígenas e trans que transformam experiências de vida em linguagem artística. Para a diretora criativa do Psica, Bruna Suelen, a proposta é deslocar o olhar sobre quem produz arte na região. Com curadoria de Débora Oliveira e direção criativa de Bruna Suelen, a mostra apresenta um recorte da produção contemporânea feita por mulheres da Amazônia Divulgação “Transbordária é o lugar onde mulheres periféricas amazônidas transbordam. É a borda que vira centro, a floresta que pulsa na quebrada”, afirma. Segundo ela, a exposição reúne artistas que desafiam limites impostos historicamente às mulheres na arte. “É uma exposição pensada por mulheres grandes que não cabem em espaços impostos. São artistas que vêm da periferia amazônica, mas que se comunicam com o mundo”, diz. As obras abordam temas como ancestralidade, religiosidade, território e identidade, conectando experiências individuais com narrativas coletivas da Amazônia. O recorte também destaca como diferentes gerações de artistas transformam o cotidiano em criação estética. “Transbordária é aquela que não aceita contenção. É o corpo que excede a margem, a voz que atravessa o ruído e transforma presença em território”, afirmam Débora Oliveira e Bruna Suelen no texto curatorial da mostra. O projeto tem patrocínio máster da Petrobras e patrocínio do Mercado Livre, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Rouanet, além de patrocínio de O Boticário, com apoio da TIM via Lei Semear. A realização é da Psica Produções, Fundação Cultural do Pará e Governo do Pará, com apoio do Ministério da Cultura e Governo do Brasil. Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Vídeos com as principais notícias do Pará
Exposição 'Transbordária' reúne obras de mulheres amazônidas em Belém
Escrito em 07/03/2026
Exposição “Transbordária: nenhuma de nós cabe na margem” reúne 17 obras de oito artistas amazônidas. Divulgação A exposição “Transbordária: nenhuma de nós cabe na margem” reúne 17 obras de oito artistas amazônidas na Casa Dourada, localizada na Cidade Velha, em Belém. Com curadoria de Débora Oliveira e direção criativa de Bruna Suelen, a mostra apresenta um recorte da produção contemporânea feita por mulheres da Amazônia, com trabalhos que transitam por linguagens como escultura, fotografia, bordado, cerâmica, gravura, ilustração, grafite e arte digital. A exposição, que integra a programação do Motins, reúne artistas do Pará e do Amapá, destacando diferentes trajetórias e perspectivas femininas que produzem arte a partir dos territórios amazônicos. Participam da mostra Luci Rodrigues (Macapá/AP), artista indígena e grafiteira; Maria Flor / Mulambra, artista trans multimídia; Glenda Beatriz, escultora e pintora; Awazônia, fotógrafa e multiartista trans; Li Divino, ceramista; Apotyra, ilustradora; Verônica Limma, gravurista; e Mamacita, artista visual que trabalha com desenho digital. A curadoria parte da ideia de transbordamento como gesto político e estético, reunindo mulheres periféricas, indígenas e trans que transformam experiências de vida em linguagem artística. Para a diretora criativa do Psica, Bruna Suelen, a proposta é deslocar o olhar sobre quem produz arte na região. Com curadoria de Débora Oliveira e direção criativa de Bruna Suelen, a mostra apresenta um recorte da produção contemporânea feita por mulheres da Amazônia Divulgação “Transbordária é o lugar onde mulheres periféricas amazônidas transbordam. É a borda que vira centro, a floresta que pulsa na quebrada”, afirma. Segundo ela, a exposição reúne artistas que desafiam limites impostos historicamente às mulheres na arte. “É uma exposição pensada por mulheres grandes que não cabem em espaços impostos. São artistas que vêm da periferia amazônica, mas que se comunicam com o mundo”, diz. As obras abordam temas como ancestralidade, religiosidade, território e identidade, conectando experiências individuais com narrativas coletivas da Amazônia. O recorte também destaca como diferentes gerações de artistas transformam o cotidiano em criação estética. “Transbordária é aquela que não aceita contenção. É o corpo que excede a margem, a voz que atravessa o ruído e transforma presença em território”, afirmam Débora Oliveira e Bruna Suelen no texto curatorial da mostra. O projeto tem patrocínio máster da Petrobras e patrocínio do Mercado Livre, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Rouanet, além de patrocínio de O Boticário, com apoio da TIM via Lei Semear. A realização é da Psica Produções, Fundação Cultural do Pará e Governo do Pará, com apoio do Ministério da Cultura e Governo do Brasil. Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Vídeos com as principais notícias do Pará


